Dados biográficos

Amália Max Buss (1929–2014) nasceu em Ponta Grossa-PR, em 13 de julho de 1929, e faleceu na mesma cidade em 8 de julho de 2014. Professora, escritora, trovadora, artista plástica e radialista, teve atuação destacada na vida cultural e literária dos Campos Gerais.
Na década de 1960, atuou em emissoras AM de Ponta Grossa como atriz de radionovelas e apresentadora de programas destinados ao público feminino. Desenvolveu também atividades na imprensa, mantendo por mais de vinte anos uma coluna literária semanal no jornal Diário dos Campos e colaborando regularmente com o boletim da Associação dos Militares da Reserva, instituição em que exerceu atividades na área cultural.
Sua trajetória literária esteve especialmente vinculada à trova. Participou de Jogos Florais e concursos literários em diferentes regiões do país, nos quais recebeu numerosas premiações, e atuou na difusão e no incentivo dessa forma poética. Integrou a União Brasileira de Trovadores (UBT), na qual exerceu funções de presidência em âmbito municipal e estadual. Em 1981, publicou Escaninho, livro de trovas, além de participar de diversas coletâneas poéticas.
Participou de diferentes instituições culturais, entre elas a Academia de Letras José de Alencar, o Centro de Letras do Paraná, o Centro Cultural Euclides da Cunha e a Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno. Em 1999, tornou-se membro fundador da Academia de Letras dos Campos Gerais, ocupando a cadeira n.º 13.
Paralelamente à literatura, dedicou-se às artes plásticas e integrou entidades culturais de Ponta Grossa. Em reconhecimento à sua atuação literária, em 1986 o Colégio Estadual 31 de Março atribuiu à sua biblioteca a denominação “Biblioteca Poetisa Amália Max”.
